Fim de
jogo!
Partida doída.
Começo e fim,não era para ser assim.
Foi.
Fui.
Não sou.
Vou.
Vôo.
Voei.
Morri um pouco por dentro.
Luto.
Lutei.
A valsa parou.
Paralisei.
O mundo? Desabou!
Soterrei!
O narrador ao fundo dizia: daqui pra frente é com você!
Vai ser.
Será.
Sei lá.
A verdade é que depois da morte há vida. Não foi súbita, mas esperada.
Fim de estrada!
As lágrimas secaram, o pranto foi diluído nos dias, encheram rios e mares, talvez. Todo eterno tem seu fim. Feliz? Final. Sonhei, acordei, dormi de novo e o tempo passou.
Primareva, verão, outono e inverno.
Do céu ao inferno.
Acabou!
Não floresce, não aquece, esfriou e morreu.
Vida que segue, diz o autor da própria vida.
Ferida, deixou marcas e partiu.
Poesia da dor.
Partida doída.
Começo e fim,não era para ser assim.
Foi.
Fui.
Não sou.
Vou.
Vôo.
Voei.
Morri um pouco por dentro.
Luto.
Lutei.
A valsa parou.
Paralisei.
O mundo? Desabou!
Soterrei!
O narrador ao fundo dizia: daqui pra frente é com você!
Vai ser.
Será.
Sei lá.
A verdade é que depois da morte há vida. Não foi súbita, mas esperada.
Fim de estrada!
As lágrimas secaram, o pranto foi diluído nos dias, encheram rios e mares, talvez. Todo eterno tem seu fim. Feliz? Final. Sonhei, acordei, dormi de novo e o tempo passou.
Primareva, verão, outono e inverno.
Do céu ao inferno.
Acabou!
Não floresce, não aquece, esfriou e morreu.
Vida que segue, diz o autor da própria vida.
Ferida, deixou marcas e partiu.
Poesia da dor.
Ana
Paixao, a complexa vida em palavras
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