sábado, 7 de abril de 2018

algo sobre amor e paixão.


Acho fantástica essa tentativa de teorizar o amor, a paixão e as preferências amorosas. Não sei você, mas eu prefiro sentir a racionalizar as questões do coração. E, sim, a resposta para a sua pergunta: eu sou romântica! Sou ré confessa desse crime de amar.  Há pros e contras quanto a tudo isso. Mas, o que acho ser o principal é: pode um(a) poeta não amar? Não se apaixonar? Será possível? Bem, acho que não, pois sentimos desgraçadamente mais do que os não-poetas, tanto a dor, como o amor. Então, se amamos, é demais, se sofremos, é demais. Posso mudar se eu quiser? Acredito que até certo ponto sim, tentar um equilíbrio e tal, porém, nessas coisas de paixão... que se dane a razão e que se lasque o coração. No final, se nada der certo, que fique a experiência e a lembrança. Doer ou não doer, sorrir ou chorar, tudo isso faz parte da vida. 

Ana Paixão, algo sobre amor e paixão.

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