Acho fantástica essa tentativa de
teorizar o amor, a paixão e as preferências amorosas. Não sei você, mas eu
prefiro sentir a racionalizar as questões do coração. E, sim, a resposta para a
sua pergunta: eu sou romântica! Sou ré confessa desse crime de amar. Há pros e contras quanto a tudo
isso. Mas, o que acho ser o principal é: pode um(a) poeta não amar? Não se
apaixonar? Será possível? Bem, acho que não, pois sentimos desgraçadamente mais
do que os não-poetas, tanto a dor, como o amor. Então, se amamos, é demais, se
sofremos, é demais. Posso mudar se eu quiser? Acredito que até certo ponto sim,
tentar um equilíbrio e tal, porém, nessas coisas de paixão... que se dane a
razão e que se lasque o coração. No final, se nada der certo, que fique a experiência
e a lembrança. Doer ou não doer, sorrir ou chorar, tudo isso faz parte da vida.
Ana Paixão, algo sobre amor e
paixão.
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